O racismo vestido de farda
Tiro(u) a vida de mais um homem negro
A covardia vestida com farda verde oliva
Tiro(u) mais um negro do caminho
Uma família, tantos projetos, sonhos e esperanças
Tir(ados) pelas “alvas” mãos do Estado…
O racismo vestido de farda
Tiro(u) a vida de mais um homem negro
Mais um corpo negro que despenca
A Bolsa de Valores não cai…
O teu deboche
O teu escárnio
O teu ódio…
A tua indiferença
A tua ignorância
É esterco para a nossa resistência.
O racismo vestido de farda
Tiro(u) a vida de mais um homem negro…
Bang! Bang! Bang!Bang!
Até quando? Até quando? Até quando? Até quando?
Prof. Luiz Paixão Rocha
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Assinar:
Postar comentários (Atom)
História e poesia afro - brasileira: reterritorialização do/a negro/a no espaço escolar
História e poesia afro - brasileira: reterritorialização do/a negro/a no espaço escolar Este material, intitulado “História e Poesia Afr...
-
IV JORNADA INTERNACIONAL BRASIL ARGENTINA (JIBA): PESQUISA E ENSINO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE SOCIOLOGIA E DE LETRAS-ESPANHOL Local d...
-
História e poesia afro - brasileira: reterritorialização do/a negro/a no espaço escolar Este material, intitulado “História e Poesia Afr...
-
O blog Educação, política e o avesso tem o prazer de apresentar mais um texto emocionante. O texto é de autoria do professor Pedro...
Em frente, Paixão.
ResponderExcluirO poema do Paixão é um tiro na nossa terrivel tendência de ir nos acostumando com a violência, com o racismo, com o feminicídio, com a cotidiana injustiça que televisão banaliza e naturaliza o que não é natural.
ResponderExcluirAbraços Claudio e Romeu, duas grandes referências da luta da povo brasileiro.
ResponderExcluir